quarta-feira, 4 de julho de 2012

Sugestão de auto ajuda para um planeta doente


                                        
  A idéia é sensibilizar as pessoas em relação as vítimas mais esquecidas, seus irmãos, irmãs e amigos animais, que nunca lhe prejudicaram, violaram ou tiraram vantagem, começando por focar o maior flagelo, o abate diário de milhões de seres inocentes, em matadouros. O instrumento eficiente para combatê-los é através da redução do consumo de carne. Isso resultaria em 3 formidáveis consequências: 1ª - Seres queridos, que nasceram para serem felizes e emanar energia positiva, estariam a salvo dos campos de morte para serem livres. 2ª -A pecuária drasticamente reduzida, daria chance para a recuperação das florestas outrora devastadas, restituindo-se a bio diversidade e por outro lado, garantindo generoso espaço para a expansão agrícola. 3ª - A saúde do animal humano. Está provado que a carne de animal terrestre, cujo cadáver esquartejado, composto pelos cinco componentes: Sangue, carne, veias, músculos e tendões, é uma das principais causas das piores doenças que nos acometem, como a maioria dos cânceres, enfartos e derrames causados por artérias entupidas, arterosclerose, diabetes, doenças renais, osteoporose, colesterol e a própria obesidade. Uma Ressalva: A proteína proveniente dos peixes é importante, portanto seu consumo, também. Já o abandono gradativo do consumo de carne terrestre é um passo cada vez mais interessante, nunca foi tão fácil, relevando-se a oferta de produtos a base de soja, trigo, arroz, grãos, especiarias e vegetais  -sem produtos químicos-  muitos dos quais com o mesmo cheiro, sabor e textura da carne, disponíveis no mercado. Ninguém mais precisa ser privado da liberdade, ter seus bebes roubados, bicos cortados, chifres retirados, testículos extraídos, sofrer e morrer para que você possa comer, incluindo você. O símio humano é herbívoro por natureza.
Em outras palavras, a simples atitude de abandono gradativo de carne, desencadearia uma evolução exponencial, no campo, no eco sistema e na saúde, reconectando as pessoas, física e espiritualmente a um meio ambiente mais saudável e natureza ainda mais exuberante, despertando algumas emoções e sentimentos, que religiões e seitas tentam resgatar.
Essa proposta pode soar  ingênua ou mesmo absurda. Imagine, se você, no tempo da escravidão, aproximasse-se de um senhor de escravos e lhe propusesse: “liberte seus escravos, pare de explora-los comercialmente, negros também tem alma e merecem a liberdade como qualquer criatura”. Ele riria na sua cara e lhe meteria uma bala na cabeça. Ou durante o holocausto, você se aproximasse de um guarda nazista de campo de concentração e lhe propusesse o fim do genocídio de homens, mulheres, crianças e bebes inocentes. Ele não entenderia do que você esta falando, riria na sua cara e lhe meteria uma bala na cabeça.  E se agora, você se dirigisse a um administrador dos campos de morte contemporâneos e lhe propusesse um basta para o assassinato de animais, um basta no banho de sangue de inocentes e antes dele rir de sua cara, oferecesse uma alternativa: “Querem matar, matem bandidos”? A propósito, num pais desprovido de justiça, pior, com a justiça comumente trabalhando a favor de criminosos, tutti quanti, através de leis hipócritas, legisladas por políticos eleitos por eleitores alienados, latu sensu, e ainda nos obrigam a votar... nada mais legitimo que o cidadão matar para defender-se. Agora, não é legitimo matar inocentes. Da mesma forma que não temos o direito de explorar, escravizar e assassinar humanos por descriminação racial, sexual ou religiosa, a espécie humana não tem o direito de explorar, escravizar e assassinar seus irmãos e irmãs de outras espécies.  

Andre Jordan  (artigo de sua autoria)

                                                                                                                                                                       "O contrário do amor não é o ódio. É a indiferença. O contrário da beleza não é a feiúra. É a indiferença. O contrário da fé não é a heresia. É a indiferença. E oposto da vida não é a morte, mas a indiferença entre a vida e a morte". Elie Wiesel (escritor, sobrevivente do holocausto)

7 comentários:

  1. Andre, Boa tarde

    Muito interessante o tema, principalmente como ele foi abordado por você. Eu sou um carnívoro nato, mas sei que poderia rever alguns conceitos. Como por exemplo, reduzir o consumo de carne. Ajudaria o planeta e também a minha saúde......

    Abraços!!!!

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  2. Andre, acho seus videos reflexivos e leves ao mesmo tempo. Pena que você os substitui por outras matérias suas. Deixe no arquivo. Quanto a sua proposta de mudança de habito, repito meu comentário: Justo agora que eu ia te convidar prum churrasco lá em casa...rssss

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  3. Duro, corajoso, formidável, mas o homo sapiens ainda esta bem longe para dar tais passos. Ele prefere morrer ( e deixar que matem) a abrir mão de seu churrasco

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  4. No dia em que esta sua proposta for realmente levada adiante, esse terá sido o passo mais significativo para um mundo melhor, em todos os sentidos. Queria muito viver para presenciar este passo.

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  5. Hummmm......

    André..... e o churrasco de picanha no final de semana como fica?

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  6. Concordo com a proposta acrescentando que a carne gera um alto custo ao meio ambiente: 1 Kg de carne libera a mesma quantidade de CO2 que um veiculo médio percorrendo 1,6 mil Km além de 16 mil litros de água. Boa André!

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  7. A vasta maioria dos ecologistas, evita este tema. Eles preferem falar em separar lixinho em supermercado, economizar água, gerar energia com cata-ventos... Enfim, iludir-se e iludir aos outros. Temas como, uma profunda mudança nos hábitos alimentares e planejamento familiar, são expertamente evitados.

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