A idéia é sensibilizar
as pessoas em relação as vítimas mais esquecidas, seus irmãos, irmãs e amigos
animais, que nunca lhe prejudicaram, violaram ou tiraram vantagem, começando
por focar o maior flagelo, o abate
diário de milhões de seres inocentes, em matadouros. O instrumento eficiente
para combatê-los é através da redução do consumo de carne. Isso resultaria em 3
formidáveis consequências: 1ª - Seres queridos, que nasceram para serem felizes
e emanar energia positiva, estariam a salvo dos campos de morte para serem
livres. 2ª -A pecuária drasticamente reduzida, daria chance para a recuperação
das florestas outrora devastadas, restituindo-se a bio diversidade e por outro
lado, garantindo generoso espaço para a expansão agrícola. 3ª - A saúde do
animal humano. Está provado que a carne de animal terrestre, cujo cadáver
esquartejado, composto pelos cinco componentes: Sangue, carne, veias, músculos e
tendões, é uma das principais causas das piores doenças que nos acometem, como
a maioria dos cânceres, enfartos e derrames causados por artérias entupidas, arterosclerose,
diabetes, doenças renais, osteoporose, colesterol e a própria obesidade. Uma
Ressalva: A proteína proveniente dos peixes é importante, portanto seu consumo, também. Já o abandono gradativo do consumo de carne terrestre é um
passo cada vez mais interessante, nunca foi tão fácil, relevando-se a oferta de
produtos a base de soja, trigo, arroz, grãos, especiarias e vegetais -sem produtos químicos- muitos dos quais com o mesmo cheiro, sabor e
textura da carne, disponíveis no mercado. Ninguém mais precisa ser privado da
liberdade, ter seus bebes roubados, bicos cortados, chifres retirados,
testículos extraídos, sofrer e morrer para que você possa comer, incluindo
você. O símio humano é herbívoro por natureza.
Em outras palavras, a simples atitude de abandono
gradativo de carne, desencadearia uma evolução exponencial, no campo, no eco
sistema e na saúde, reconectando as pessoas, física e espiritualmente a um
meio ambiente mais saudável e natureza ainda mais exuberante, despertando
algumas emoções e sentimentos, que religiões e seitas tentam resgatar.
Essa proposta pode soar ingênua ou mesmo absurda. Imagine, se você, no
tempo da escravidão, aproximasse-se de um senhor de escravos e lhe propusesse: “liberte
seus escravos, pare de explora-los comercialmente, negros também tem alma e
merecem a liberdade como qualquer criatura”. Ele riria na sua cara e lhe
meteria uma bala na cabeça. Ou durante o holocausto, você se aproximasse de um
guarda nazista de campo de concentração e lhe propusesse o fim do genocídio de
homens, mulheres, crianças e bebes inocentes. Ele não entenderia do que você
esta falando, riria na sua cara e lhe meteria uma bala na cabeça. E se agora, você se dirigisse a um
administrador dos campos de morte contemporâneos e lhe propusesse um basta para
o assassinato de animais, um basta no banho de sangue de inocentes e antes dele
rir de sua cara, oferecesse uma alternativa: “Querem matar, matem bandidos”? A
propósito, num pais desprovido de justiça, pior, com a justiça comumente trabalhando
a favor de criminosos, tutti quanti,
através de leis hipócritas, legisladas por políticos eleitos por eleitores alienados, latu sensu, e ainda nos obrigam a
votar... nada mais legitimo que o cidadão matar para defender-se. Agora, não é
legitimo matar inocentes. Da mesma forma que não temos o direito de explorar, escravizar
e assassinar humanos por descriminação racial, sexual ou religiosa, a espécie
humana não tem o direito de explorar, escravizar e assassinar seus irmãos e
irmãs de outras espécies.
Andre Jordan (artigo de sua autoria)
Andre Jordan (artigo de sua autoria)
"O contrário do amor não é o ódio. É a indiferença. O contrário da beleza não é a feiúra. É a indiferença. O contrário da fé não é a heresia. É a indiferença. E oposto da vida não é a morte, mas a indiferença entre a vida e a morte". Elie Wiesel (escritor, sobrevivente do holocausto)